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Mudanças por cima de mudanças

Olá aos meus leitores assíduos. Espero que tenham iniciado bem o ano, porque eu pelo menos, fiz para tal. Estamos a 10 de Janeiro de 2015 e digamos que as mudanças inevitavelmente aparecem. Com a idade, com a maturidade que a idade nos vai obrigando a ganhar, com os acontecimentos que nos vão moldando para sermos hoje, o que somos. Há fases mais difícil que outras e há alturas que a vida exige mais de nós, do nosso esforço, que outras. E, logicamente não é a tirar boas as notas que eu me quero dirigir... Mas naturalmente, também é importante.
Como iniciamos há pouco tempo o ano, acho que é merecida uma reflexão sobre erros cometidos e outros que não devem voltar a ser cometidos. 
Antes disso, quero dar-vos a conhecer os meus projetos para este ano, para que me possam acompanhar em tudo, porque vou precisar do vosso apoio. Os projetos são os seguintes:
- Escrever o meu livro "Até ao próximo sorriso" - (em desenvolvimento);
- Continuar com bons textos no meu blog: littlewords3.blogspot.pt;
- Regressar ao trabalho na revista "Ponte de Fuga";
- Compôr novas histórias;
- Ser Feliz;
- Amar;
- Ser amada;
- Dar-me bem com toda a gente;
2015 apresenta ser muito trabalhoso. Conto com vocês! 
Voltando, ao textinho que vos prometo todos os dias 10 de cada mês. Vamos a isto!

Certamente é vos familiar, aquelas discussões que não levam a lado nenhum, só magoam. Em determinadas alturas da nossa vida, deixamos de colocar lenha na fogueira quando essas discussões ficam em brasa. 
Deixamos de nos identificar com certas coisas que antes, faziam o nosso dia a dia mais feliz. Isso já passou. Mudamos! 
Perdemos interesse em quem não revela interesse por nós. 
Somos sujeitos a conhecer o outro lado do mundo, para termos noção de onde gostamos mais de estar, se a norte, ou se a sul. Se com alguém ou sem esse alguém. Ou se com outras pessoas que vamos conhecendo...
Encontramos pessoas muito variadas ao longo da nossa existência. As da infância, as da adolescência e brevemente, as relações que iremos cultivar até ao resto dos nossos dias.
As da infância, perderam-nos no caminho, as da adolescência, estão a largar-nos a mão, sem porquê, nem explicação. 
Resta preservar as que ficam. Regá-las e tomar conta delas, mesmo quando achamos que está tudo sob controlo e não nos abandonarão. Isso é inconsciente, mas as coisas mudam e os caminhos, por vezes, seguem rumos diferentes. Há que oferecer um GPS a todas as pessoas que alimentas dia após dia, para continuarem a teu lado.
Há claramente números de telefone que não usamos, não por falta de tempo ou por falta de paciência para a pessoa. O sentido que fazia antes, é o sentido que já não faz agora. É um mero contacto que não apagas, por respeito, por gosto, por memórias que depois de tudo, vêm ao pensamento, deixando um sorriso. Fomos felizes, só que a felicidade não acaba por esse contacto não te ser fiel ao GPS que lhe ofereceste, não o usa agora, talvez num futuro próximo, venha a encontrar-te... Apenas é triste, no atual presente, não o querer ou simplesmente não lhe dá uso.
Dá saudades, temos saudades, só que se não usa o GPS porque raio quererá estar na tua vida? 
É difícil, toda a gente o sabe, embora isso não mova a tristeza.
Há que saber seguir em frente, porque andar trás, será só quando tivermos a carta e quisermos passear. Temos que ir e regressar. Enquanto esses tempos não aparecem, as mudanças por cima de mudanças, chegam com simpatia...

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